Início Dicas de Bem-Estar Amor Dia de São Valentim: o amor está no ar! 💖

Dia de São Valentim: o amor está no ar! 💖

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Dia de São Valentim

Você sabia que em catorze de fevereiro é comemorado o dia de São Valentim? Nos Estados Unidos da América e em parte da Europa esse dia é comemorado o dia dos namorados.

Aliás, o amor é comemorado. Por isso, pessoas trocam cartões com lindas palavras, mostrando todo o seu afeto. A troca de mensagens em cartões enfeitados foi um costume que se originou no século XVIII e permanece até hoje.

Mas qual a origem do célebre Valentine’s day?

Dia de São Valentim ou Lupercália?

Índice do Conteúdo

Antes de começarmos a falar das várias origens de São Valentim, vamos compreender a origem do dia dos namorados que ocorre em fevereiro. Tudo isso tem origem em um controverso festival pagão chamado Lupercália.

Lupercalia era um antigo festival realizado todos os anos em Roma em 15 de fevereiro. Na tentativa de extinguir até mesmo a lembrança desse festival, a igreja católica decidiu homenagear São Valentim na mesma data, só que muitos anos depois, em meados do ano de 270. 

Antes que você pense em algo romântico, esse festival era uma celebração sangrenta, violenta e sexualmente carregada. Além disso, era repleta de sacrifícios de animais, encontros aleatórios e sexo casual na esperança de afastar os maus espíritos e a infertilidade.

Os primeiros relatos de Lupercália datam do século VI a.C. e se misturam com a fundação de Roma. Acredita-se que o nome seja uma homenagem à loba que resgatou os fundadores do local, Rômulo e Remo, no rio Tibre. A loba se chamava Lupercal. Há também quem diga que seja uma homenagem ao deus romano da fertilidade, Lupercus.

A festividade de Lupercália

No dia 15 de fevereiro, os Luperci – grupo de sacerdotes romanos – se reuniam na caverna Lupercal, no Monte Palatino e em seguida em um local público ao ar livre, chamado Comitium. A festa começava na gruta do Lupercal com o sacrifício de um ou mais bodes – uma representação da sexualidade – e um cão, visando purificação.

Banhados no sangue dos animais, eles removiam tiras do couro dos bodes sacrificados para açoitar as mulheres que estavam no Comitium. Segundo algumas descrições, eles apenas batiam uma vez e não tinham a intenção de machucar, apenas queriam abençoar.

Em seguida, essas mulheres colocavam seus nomes em um vaso de barro sagrado para que os homens as sorteassem para fazer sexo casual.

Entretanto, alguns casais formados na noite da Lupercália permaneciam juntos até a próxima festividade. Outros se apaixonavam e chegaram a se casar.

Comentei que o ritual inteiro era feito completamente nu? Da caverna até a escolha dos pares no local público. Com o tempo a nudez foi sendo deixada de lado, mas isso não diminuia o sexo casual e os banhos de sangue.

Quem era Valentim?

Saindo do século VI a.C e indo para o século III d.C., vamos conhecer as três incríveis histórias envolvendo um servo de Deus, chamado Valentim. E todos eles envolvem o imperador Cláudio II.

A primeira das histórias afirma que Valentim era um padre que serviu durante o século III em Roma. O imperador Cláudio II decidiu que os homens solteiros eram melhores soldados do que aqueles com esposas e famílias. Dessa forma, proibiu todo casamento de homens jovens.

Padre Valentim, percebendo a injustiça do decreto, desafiou Cláudio e continuou a realizar casamentos para jovens amantes em segredo. Inúmeros casais se uniram em cerimônias secretas.

Infelizmente, quando as ações de Valentim foram descobertas, Cláudio ordenou que ele fosse morto. Sendo assim, morreu nas primeiras semanas de fevereiro o padre Valentim, por decapitação. 

A segunda história conta que um bispo chamado Valentim de Terni ajudava prisioneiros de Cláudio a fugir. Ele via que as condições eram desumanas e as torturas eram absurdas. 

Por isso, decidiu enfrentar o imperador e salvou muitas vidas assim. Infelizmente, foi capturado e decapitado pelo vingativo imperador.

Por fim, a última e das histórias conta que o padre Valentim foi preso ao ajudar as pessoas a escaparem de Cláudio. O imperador ordenou que Valentim renunciasse sua religião para que obtivesse a a certeza de manter-se vivo. No entanto, Valentim não cedeu às ameaças e permaneceu preso à espera de seu triste fim.

Enquanto estava preso, apaixonou-se pela filha de seu carcereiro, que era cega. Em um momento de oração em conjunto, a moça recupera a visão milagrosamente. Mas infelizmente, foi para ver seu amado morrer de forma cruel.

Símbolos do dia de São Valentim

Muito do que vemos no Valentine’s Day tem origem na festa pagã Lupercália. A cor vermelha que muitos atribuem à paixão e ao amor, na verdade remete ao sangue utilizado no ritual.

Outra cor muito presente é o branco, que representa o leite que era utilizado para limpar o sangue dos Lupercali após o sacrifício dos bodes e do cão.

O rechonchudo querubim, conhecido como Cupido, remete ao deus grego do amor, Eros. Segundo os poetas gregos arcaicos, Eros era um belo imortal que brincava com as emoções dos deuses e dos homens, usando flechas de ouro para incitar o amor e as de chumbo para semear aversão. 

Be my Valentine! 

Já que estamos em clima de romance no ar, que tal alguns rituais e matérias relacionadas ao amor? Separamos algumas matérias que podem agradar você, confira!

Espero que o Dia de São Valentim seja cheio de amor! Até a próxima! 💕

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