Filho adotivo – Qual a relação entre a adoção e a reencarnação? Entenda sobre o conceito de adoção na visão espírita

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Crisóstomo é um pescador de 40 anos, que se sente sem amor e extremamente perdido, em meio a seus pedidos e prantos ele solicita a natureza que envie um filho para ele cuidar e dedicar todo seu amor, posteriormente ele é atendido! Ele além de conseguir um filho, ainda ganha o amor de uma mulher que já sofreu demais. Juntos terão que enfrentar e entender que a vida muda de repente! Que família não é só aquela de nosso sangue, mas composta de relações que cuidam, amam, possuem paciência e empatia. Além disso, perto do amor que sentem pelas pessoas e pela vida não existe o preconceito, solidão, abandono, porque a felicidade apesar de simplória é significava.

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Esse pequeno resumo, descreve a história contada no livro ” O Filho de Mil Homens – Valter Hugo Mãe”, onde relata todas as dores e alegrias que milhões de pessoas passam no momento da adoção e de como agir a ela perante a espiritualidade.

Você sabia que diante ao cadastro nacional de adoção, mais de 6.500 crianças e adolescentes estão esperando por uma família? Além disso, você já parou para pensar como esse ato de amor e grandeza espiritual pode ter ligação cármica?

Pois é, adotar é um processo perfeito e dinâmico de encontros e resultados. De aceitação, empatia, perdão, compaixão e principalmente de amor!

“Adotar é acreditar que a história é mais forte que a hereditariedade, que o amor é mais forte que o destino” – Lídia Weber

O que é adoção? Qual é a sua relação com a encarnação?

Adoção é o ato de aceitar um outro indivíduo como filho e parte integrante da família, sem diferenciações ou preconceitos. Por esse caminho é possível entender que a reencarnação entra fortemente nessa ação, isto é ainda no mundo astral temos o poder de escolher absolutamente tudo que vamos enfrentar no plano terrestre. A partir disso é fácil entender que nada é por acaso, existe dentro das relações uma forma de reencontro, resgates ou até mesmo  de crescimento e amadurecimento seja do espirito em si ou de forma geral.

Para a espiritualidade tem diferença entre o filho adotado e o biológico?

Muitas famílias fazem essa pergunta, mas a resposta é bem simples e única, na espiritualidade não existe diferença, somente do ponto de vista científico. Isto porque a espiritualidade não depende dos laços consanguíneos, ela está preocupada de como a criança é aceita e abrigada tanto na mente como também no coração da família.

Além disso no plano astral, a família já é constituída anteriormente para que os processos de aprendizado e trocas sejam feitos. Quando uma família possui tanto filhos biológicos como filho adotivo, aos olhos espirituais formam um laço do mesmo jeito, não possuindo diferenças, afinal estão ali para evolução em conjunto.

“…o encontro com um ser especial que jamais poderíamos ter gerado e que se torna tão essencial às nossas vidas” – Manual do Pai Adotivo

Motivos espirituais pelo qual a adoção acontece

  • Resgate Cármicos;
  • Cura – de sentimentos como a rebeldia, falta de autoestima, inferioridade, desprezo, solidão, entre outros. A cura como forma de superação e entendimento do quão profundo é uma relação entre os pais e filhos adotados;
  • Carma dos filhos ou dos pais – quando se tem um filho adotivo geralmente acontece um resgate de carinho, entendimento, amor e ternura, tanto para aqueles filhos que em determinada vida erraram e se viraram contra os pais, como também para os pais que optaram pelo abandono, que abusaram, humilharam ou praticaram a violência. Assim, é necessário aprender e reparar todos os erros cometidos e a adoção é uma chance de fazer isso! Criar novos sentimentos, jeitos e modos de agir;
  • Dádiva – almas que estão dispostas a ajudar outros seres humanos na busca da evolução, que se encontram através da adoção para desfrutar da vida terrena e evoluir com desafios juntos, por uma vida intelectual.

Dicas para uma relação saudável na adoção

Existem diversas dicas para fazer o amor fluir nas relações familiares, para que sejam saudáveis e únicos. Dentre inúmeros conselhos, separei 2 especiais que farão qualquer relação mudar positivamente:

1 – Dizer a verdade para um filho adotivo

É difícil dizer em que idade isso pode e deve acontecer, porque cada caso e cada família possui suas particularidades. Mas o que há em comum em todas elas é sempre contar a verdade.

Existe uma forma muito simples de dizer isso para o filho adotivo, com as palavras certas explicando com amor e carinho que não há diferença entre ser adotado ou não. Muitas vezes o problema que enxergamos na questão da adoção vem dos próprios pais, porque a criança em si não verá maldade em ter sido constituída na família de forma diferente. Esse medo, anseio está na cabeça dos adultos, por medo e insegurança de magoar a criança ou apresentá-la a uma realidade diferente.

Todos os pais tem o seu tempo certo, mas é preciso entender que todos nós merecemos a verdade, inclusive de saber quem são os pais biológicos.

Falar que a criança ou adolescente não são filhos biológicos que nasceu na barriga de outra mãe, e que por diversos motivos não pode dar uma criação suficiente, por isso ela foi enviada a outra família é mais do que uma obrigação. Deixar bem claro que filhos não significam necessariamente que precisam ser biológicos, os meios pelos quais eles vieram não interessa, ao final é uma família de qualquer jeito.

2 – Ao filho adotivo: Gratidão

A gratidão é tão poderosa! Ela é capaz de limpar o campo energético e trazer mais alegria e conforto tanto para as nossas vidas como também para a família.

Por isso para os país, tenham total gratidão pelas pessoas que geraram os seus filhos adotivos, porque foi por eles que hoje vocês possuem a família do jeito que é.

E para os filhos adotivos, que compreendam e saibam entender o amor que os pais adotivos tiveram no momento de dizer sim a adoção, de escolher e receber de braços abertos, do melhor jeito um novo indivíduo para chamar de família.

Poema sobre adoção

“Não habitou no meu ventre, mas mergulhou nas entranhas da minha alma.

Não foi plasmado do meu sangue, mais alimenta-se do néctar de meus sonhos.

Não é fruo de minha hereditariedade, mas molda-se no valor do meu caráter.

Se não nasceu de mim, certamente nasceu para mim.

E se mães também são filhas, e se filhos todos são, duplamente abençoado é o filho do coração!”

O Papa Francisco utiliza da expressão “fecundidade alargada” para simbolizar a adoção, isso porque a pessoa recebe uma oportunidade de alargar seus vínculos para além da carne e do sangue.

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