Início Espiritualidade Espiritismo “Não quero ser mãe!” – O que o espiritismo diz sobre isso?

“Não quero ser mãe!” – O que o espiritismo diz sobre isso?

Não quero ser mãe

“Não quero ser mãe! – nós mulheres, muitas vezes sofremos grandes pressões quando o assunto é ter uma família ou ser mãe. Parece que é indispensável para a vida de uma mulher que ela tenha um companheiro ou ainda que seja mãe!

Juliana Viveiros

Esse post é para você que independente da sua sexualidade, gênero, religião, condição social ou metas, não quer ser mãe!

Já te digo antes mesmo de você ler este conteúdo: está tudo bem dizer “não a maternidade!”.

Espero que vocês gostem, Seres de Luz!”


 

Para adentrarmos nesta questão vamos entender qual é a visão do espiritismo sobre “o que é ser mãe?”.

Mãe é a benção dada as mulheres de estar gerando uma nova vida. O ser que uma mulher carrega em seu ventre possui uma alma e trará consigo todo um contexto de vida. Em outras palavras, compreendemos que ser mãe é um compromisso, seja com a criança que está chegando ou também com todas as questões espirituais ali envolvidas. Como também: conceitos, educação, nutrição, lazer, entre outros.

“Não quero ser mãe!”

Na atualidade com todas as turbulência que a rotina diária nós traz, vemos a enorme pressão, os medos, receios, inseguranças, cobranças que surgem nas mulheres. Tudo isso resulta em transtornos, cobranças, culpas, ansiedade, questões emocionais e financeiras  que modificam a escolha em relação a abrir mão de querer ser mãe.

Outras mulheres, porém, mesmo com toda a estrutura e segurança disponíveis em suas vidas também trazem esta opção de negar a maternidade, por terem suas vontades, motivos e pensamentos. O que também é compreendido!

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Maternidade e espiritismo – “não quero ser mãe!”

O espiritismo, sendo uma doutrina que visa trazer o bem-estar de todos, aceita e compreende a vontade de cada ser terrestre, não repudia ou condena a escolha da mulher de não querer ser mãe. Também não há julgamentos para as mulheres que “dizem não a maternidade”.

Essa questão envolve outras situações e responsabilidades que podem impedir de que este compromisso concedido e assumido no ato da maternidade não seja executado da forma mais acertada.

Mas, você pode estar se perguntando: “mulheres que não podem gerar, como ficam?” ou ainda, ” essas mulheres seriam criticadas ou julgadas?”, o espiritismo responde: de forma alguma! Mesmo com seus desafios físicos, emocionais ou qualquer outro, também teriam a possibilidade da escolha de serem mães de coração ou ainda, ou ainda de optarem por não serem mães, e está tudo bem!

Lembrando que toda mulher que opta por ser mãe, mesmo não gerando o ser, também assume o mesmo compromisso de amor incondicional, amparo e cuidado para um bom crescimento e condição de vida.

Para você mulher, que optar pela liberdade de seguir sem a maternidade, saiba que a doutrina espirita não julga as escolhas de nenhum ser humano, quando não afetam negativamente a vida de alguém.

O espiritismo sempre vai apoiar escolhas conscientes e que trazem o bem-estar e a harmonia!


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