A história por trás do dia da mentira – Pela Consultora Nádima

Vou compartilhar com vocês tudo o que eu sei: o Dia da mentira se desenvolveu ao longo dos séculos. Um precursor do Dia da Mentira, poderia ser a celebração do Equinócio Vernal pelos gregos e romanos, período em que o Sol parece “deixar” o hemisfério Sul, e atravessa o Equinócio Celeste. A celebração romana desse fenômeno foi chamada Hilaria, e foi realizada para homenagear a ressurreição de Átis – deidade nas mitologias frígia e grega. 

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Ele era um Deus da vegetação e em sua auto-mutilação, morte e ressurreição, ele representa os frutos da terra, que morrem no inverno para subir novamente na primavera. Seu renascimento lendário significava o fim do inverno e o retorno da agricultura.

A primeira associação registrada entre o primeiro de abril e pegadinhas de mau gosto, estava em um livro chamado “Os Contos de Canterbury” (1392). Nele, uma raposa tenta enganar um galo, mas, no final, é a raposa que se dá mal. No livro, a raposa pede que o galo cante uma canção para ela, e enquanto ele faz isso, a raposa agarra o galo pelo pescoço. Quando os outros animais perseguem a raposa para salvar o galo, o animal convence o pedrador a zombar deles, criando uma distração para o galo fugir.

Durante a Idade Média, na França, o rei Carlos IX implantou que o início do ano seria no dia 1 de janeiro. Entretanto, algumas pessoas continuaram a seguir a antiga tradição em que o início do ano era perto da Páscoa. As pessoas da época diziam que quem acreditava no ano novo próximo da Páscoa, eram tolos e mentirosos.

Em 1686, o filósofo britânico John Aubrey declarou 1 de abril como o “Dia do Santo Mentiroso”. No mesmo ano, uma tradição estranha começou na Inglaterra. Inúmeras pessoas tentaram enganar umas às outras para visitar a Torre de Londres para ver a cerimônia de “lavagem dos leões”.

A brincadeira continuou por mais de um século. Alguns acreditavam que esta seja a primeira brincadeira recorrente de Dia da Mentira já registrada.

No Brasil, o costume de brincar o Dia da mentira chegou no início do século XIX. A data se popularizou a partir de minas gerais, por meio do jornal A Mentira. O periódico foi lançado no dia primeiro de abril de 1848 e publicava assuntos sensacionalistas e de veracidade duvidosa.

Só para ter ideia do tipo de matéria publicada no jornal, A mentira noticiou a morte de Dom Pedro II, o então Imperador do Brasil. Como muita gente acreditou na notícia, e isso poderia trazer sérias consequências ao Império, o jornal foi obrigado a desmentir a publicação depois de dois dias.

Convido você para uma reflexão sobre mentira

Todos mentimos, em algum momento, pelos mais variados motivos e ainda assim, queremos a verdade. Mas o quanto estamos preparados para ela? O quanto REALMENTE queremos a verdade? Sugiro o filme O Primeiro Mentiroso, de 2009. Provavelmente está disponível no YouTube e/ou Netflix. Se passa num momento em que não existe a mentira, todos falam a verdade, e ninguém fica melindrado por isso.

Forte abraço a todos.

Nádima

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Uma ótima conselheira, assim é definida a Nádima por seus consulentes. Dedicada, tem a preocupação de explicar tudo que cerca seus anseios e expectativas, falando com delicadeza e muita propriedade. Vem falar com ela agora mesmo clicando aqui!